A Taurina - Contos Eróticos

Histórias eróticas para mulheres livres. Se inspire e desperte a sua imaginação para sentir na intensidade que você deseja. Contos para gozar, se deleitar. Na vida, no quarto e na cama.

Quando ela começou a observar o casal pela janela, ela não tinha ideia de que eles podiam estar a observando também. Será que eles vão se encontrar? 

Eu morei no apartamento do quinto andar por quase oito anos. Ele tinha grandes janelas, muitas árvores embaixo de mim que mudavam com as estações. Eu comecei a descobrir os segredos da vizinhança só de olhar por entre os galhos. O caixa da vendinha saiu para fumar e fez carinho em um cachorrinho idoso que estava amarrado na frente da loja. 

Uma manhã eu estava molhando minhas plantas no parapeito da janela, e eu vi um apartamento através da rua - um que eu sempre achei que estava vazio - aceso. Talvez sempre tenha sido assim. Mas agora tinha cortinas. E então um casal apareceu, levando caixas para lá e para cá, desenrolando um tapete turquesa contra o chão de taco.

Eu me perdi na visão dos dois por um momento. Tudo o que eles faziam naquela primeira noite eles faziam juntos, com pausas entre tirar as coisas da caixa e beijos e carinhos. Como se o pouco tempo que estavam distantes fosse demais. Como se qualquer tarefa fosse um distração para o afeto entre eles.

Eita, ele começou tirar o vestido dela ali no meio da sala. Eu empurrei minha cortina para ver melhor. Ele era magro e alto e ela tinha o cabelo enorme, passando da sua cintura. Quando eles desapareceram para o quarto, eu não me mexi - fiquei ali embasbacada pelo que tinha visto. 

No próximo domingo eu peguei meu café quente e tablet para as janelas. Eu mal tinha lido nada, e meu instinto pedia para eu espiar pela janela. Eu conseguia ver seus perfis. Suas pernas estavam misturadas no sofá. Ele atravessou a mão entre as pernas dela e começou a esfregar - com calma. Os olhos dela estavam fechados. 

Eu senti meu rosto esquentar. Eu estava lutando com o instinto de me tocar enquanto eu via ele tocá-la. Eu deixei meus dedos deslizarem por minha cintura e descerem para minha calça de moletom. Senti meu corpo todo apertar. Minha mente entrou em um estado de transe. E então, ela abriu os olhos. 

Ela estava me observando? Eu não podia ter certeza. Ela virou rapidamente. Mas naquele momento, senti que eles estavam me observando como eu os observava.

Já estava escuro quando eu voltei do trabalho. Eu tomei banho e comecei a ferver uma água para um chá. As bolhas estavam começando a aparecer quando eles apareceram na janela. Ela estava escrevendo algo. Ela arrancou a página do caderno e colocou contra a janela. Meu Deus, eles estavam me observando. Parecia que meu coração ia sair pela boca.

Nós gostamos de te observar também

Sem pensar muito, eu fui até a janela e sorri. Ele puxou ela para um beijo. E ela me olhou, gesticulando para eu ir para lá. 

Eu sorri de volta e fingi considerar a oferta. Como se eu não estivesse já decidida. Ela arrancou outra página. 

Vem logo. Sabemos que você quer

Minhas mãos estavam suando. Talvez fosse o nervoso de ser pega. Ou talvez fosse o jeito que ela olhou para mim. 

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Eu toquei a campainha, e lá estávamos nós três, tete a tete a pela primeira vez. Os dois sorrindo para mim, abraçados. 

- Eu sabia que você era corajosa. Ele falou que talvez você fosse tímida, mas eu tinha certeza.

Ela andou com calma em minha direção e segurou meu maxilar, me beijando. Ele nos observava. O calor do corpo dele ao nosso entorno. Eu beijei o pescoço dela e senti a cabeça dela no peito dele. 

Ele tirou minhas calças enquanto ela tirava o vestido. Ela não estava vestindo nada por baixo. Ele foi para atrás dela, enquanto ela mexia nos seus próprios seios. 

- Fale o que você quer que a gente faça.

- Eu quero ir para o quarto. 

- Venha.

Ela pegou a minha mão e me levou no quarto. Eu deitei na cama já nua, os dois deitando em seguida, cada um de um lado. Ela colou os dedos nas minhas coxas. Ele me beijou. As mãos delas me descobriram, passando a mão por cima da minha vulva. 

- Sua pele é muito macia… Eu quero que você goze. 

Ele começou a mexer no pau dele, lambendo meu queixo. Eu fechei os olhos e ela beijou minhas coxas. A língua dela ia lento, devagar. Ele continuou a beijar meus seios, meus gemidos já altos. Puta que pariu. 

A língua dela estava quase dentro da minha vagina. Ele mordiscava meus mamilos. Ela começou a ir mais rápido, e senti minhas pernas tremerem. Ondas crescentes tomavam meu corpo. 

- Ah… porra!

Deitamos lado a lado, sorrindo. 

- Quero que você me coma agora. Na frente dela. Mostre como fazemos gostoso. 

Ela levantou os quadris e ele meteu, tudo na minha frente. Ela me beijou enquanto ele metia nela. Eu lambi seus mamilos enquanto ele a comia de quatro. 

- Você gosta de olhar, né? Olha então…

Eu desci minha cabeça entre eles e vi o pau dele entrando nela com força. Lambi seu clitóris enquanto ele a penetrava, e senti que ela iria gozar assim. Os gemidos dos dois não pararam até ela gozar na minha boca, os fluidos deles se misturando.

Nos abraçamos na cama, com o lençol por cima. Não importava que não sabíamos o nome uns dos outros. Nada ali importava - além dos nossos corpos. 

Tradução livre de podcast publicado originalmente no Dipsea. Escute o áudio original.

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