Banho de lua - Contos Eróticos

Histórias eróticas para mulheres livres. Se inspire e desperte a sua imaginação para sentir na intensidade que você deseja. Contos para gozar, se deleitar. Na vida, no quarto e na cama.

Um banho de lua rotineiro para ela. Dois universitários, colegas de quarto daquele prédio de estudantes. O que pode acontecer em uma noite que ela resolve vestir seu menor biquini vermelho e tromba com eles no corredor? 

A noite é o dia dela, a lua é seu sol, e o rooftop de cimento queimado de frente para as luzes da cidade é a praia dela.

Ela usa um biquíni vermelho de lacinho, e sua pele negra reluz no brilho da lua, enquanto ela descansava na cadeira de plástico.

Ela lê uma revista sobre ciência e novos gadgets - seriam os novos chips implantados da Neuralink uma tendência do futuro? - enquanto sua franja caia nos seus olhos, e ela tirava elas da frente balançando a cabeça. Ela está completamente absorta no livro: dá pra ver que ela quer saber o que vem por aí. Já são tantos anos...

Um barulho alto atrapalha seus sonhos acordada, e ela levanta, se movendo rápido em direção ao barulho.

- O corredor parece estar vazio. Eita, não...

Ela se sente desastrada quando quase tromba com dois dos seus vizinhos. Eles são dois meninos que fazendo graduação na faculdade ali perto, excessivamente bonitos, um moreno e outro branco como a neve.

Eles a olham com desejo, mas ao mesmo tempo, tentam ser educados e não olhar diretamente para o corpo curvilíneo, com a pele negra brilhando naquela noite iluminada, presa por aqueles pedaço pequenos de lycra vermelha.

- Boa noite, queridos. 

Ela sorri e tira a parte de cima do seu biquini, liberando seus seios fartos, pesados e naturais. Ola visão dos seus mamilos duros, eretos com o vento da manhã de domingo, deixa os dois homens sem fôlego.

O mais confiante deles - o moreno com o cabelo na altura dos ombros, dá um passo adiante. Esse é todo convite que ela precisava. Ela traz o corpo dele para o dela e o beija. Ela vai tirando os botões de sua camisa e se arrepia com o hálito mentolado dele.

Ela está tirando o seu cinto quando ela sente outra mão nos seus quadris. O colega de quarto dele - um loiro com óculos de armação preta - tira a parte debaixo do seu biquíni e deixa cair no chão.

Ela vai na direção dele, suspirando, enquanto ele geme baixinho e coloca a mão no meio de suas pernas. Ela está nem aí se sua depilação está em dia ou não - tudo o que ela queria sentir era o movimento daqueles dedos longos e grossos na sua vulva molhada e inchada.

A excitação aumenta e ela beija o moreno do outro lado, abrindo seu jeans e pegando no seu pau. De repente, vem a onda de prazer e ela surfa aquele orgasmo gemendo alto e sente ele gozar em sua mão.

O cheiro de sêmen no ar noturno acorda, dentro dela, algo primitivo. Sem tempo para ele escapar, ela morde seu pescoço, suas presas na sua jugular sugando seu sangue como um canudinho de um suco de caixa.

Quando ela está saciada, ela o solta, e ele a olha em misto de incredulidade e tesão.

- Quando precisar me alimentar de novo, chamo vocês. Esse vai ser o nosso segredo.

(Continua...)

...

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