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Camisa do ex

HISTÓRIAS ERÓTICAS PARA MULHERES LIVRES. INSPIRE-SE E DESPERTE SUA IMAGINAÇÃO PARA SENTIR NA INTENSIDADE QUE VOCÊ DESEJA. CONTOS PARA GOZAR E SE DELEITAR. NA VIDA, NO QUARTO E NA CAMA.

E eu estava um escândalo de gostosa, usando só uma camisa branca do ex, um short de nylon, tão pequeno que era figurante, e um par de botas. Um batonzão vermelho, e eu era eu de novo.

 

Me olhei no espelho sem reconhecer o mulherão diante de mim. Depois de 6 anos casada, alguns desses bons, outros nem tanto, hoje era a noite de fechar esse capítulo da minha vida, dando pra outro depois de muito tempo.
E eu estava um escândalo de gostosa, usando só uma camisa branca do ex, um short de nylon, tão pequeno que era figurante, e um par de botas. Um batonzão vermelho, e eu era eu de novo.
Fui para um bar com as amigas mais topa tudo que eu tinha, já cheguei eufórica pedindo tequila, e abraçando todo mundo. É ótimo ter várias amigas, cada uma pra um estágio da sua vida, e as minhas estavam assim como eu, prontas pra putaria.
Não demorou muito até cada uma estar pendurada no pescoço de um boy, ou sumido num canto escuro. Eu sentada no bar, virada de lado, estava curtindo muito a música, o barulho das pessoas, as luzes, minha cerveja que estava geladinha… 
Surgiu um cheiro conhecido, o cheiro veio acompanhado de um toque na cintura, que sabia exatamente onde tocar, e uma barba raspando no meu pescoço. Depois veio a voz pesada, alta: "está perdida?"
Me virei e era um antigo pau amigo. Tínhamos uma história linda de amizade fálica antes de me casar, já tinha feito de um tudo naquele pau, já tinha sentado de todo jeito naquele rosto.
Eu não lembrava do rosto ser tão lindo, só lembrava do pau. Eu recuperei o raciocínio e respondi: eu vim pra me perder mesmo, ele riu, pegou uma cerveja atrás de mim com o barman, sorriu e voltou pro grupo de amigos dele. Eu não interrompi o contato visual nem por um segundo, era só isso que era necessário eu estava sedenta por ele, e queria deixar bem claro.
Enquanto ele encontrou seu grupo, eu segui olhando e alguns amigos dele se viraram de uma vez pra mim enquanto ele muito possivelmente falava pra eles: “disfarça, não vira todo mundo mundo de uma vez”.
Levantei e fui dançar, achei uma amiga e passamos umas três musicas cantando abraçadas desafinadas na pista.
O grupo de amigos dele veio até nós, cantamos e dançamos juntos, uma coisa cafonérrima, mas extremamente divertida, os amigos dele foram se dissipando, minha amiga já estava pendurada no pescoço de um deles num beijo desses exagerados.
Meu P.A chegou perto e disse no meu ouvido: “Eu não acho que você veio se perder, eu acho que veio se achar, se quiser ajuda, eu posso ajudar”.
Era tudo que eu precisava ouvir. Num reflexo alcancei minha bolsa e pedi um uber, peguei ele pela mão e fomos pagar e sair daquele bar. 
O uber estava esperando na porta quando saímos e já entramos nos agarrando. O motorista olhou feio pelo retrovisor e paramos a pegação, mas o tesão era palpável dentro do carro, ele e o motorista conversando sobre o trajeto, e eu olhando fixamente para o movimento dos seus lábios, com a mão dele apertando minha coxa, eu estava hipnotizada.
Quando o uber parou no portão da casa dele, cada um desceu por um lado, nem parecia o mesmo casal em chamas que entrou no carro. Eu não lembro que dia é da semana é às vezes, mas lembrei em detalhes o endereço da casa quando ele sugeriu que também estava afim.
E ele estava muito, ligou um disco de vinil, me serviu um copo de whisky enquanto eu me ajeitava no sofá e tirava as botas. Tirei o o shorts que nem parecia que eu estava usando, e no caminho de tirar a camisa ele disse:
"Eu gostei da camisa, só é três vezes seu tamanho."
Eu respondi safada: "É do meu ex, não era favorita já que ele esqueceu de levar embora."
Os olhos dele foram fechando enquanto um sorrisão se abria, ele disse vindo na minha direção e se curvando no sofá: "então vou te comer nela."
Ele se ajoelhou na frente e esfregou a cara na minha buceta ainda de calcinha, completamente molhada no mar de desejo que eu 'tava. Virou ela de lado, e colocou o copo de whisky na minha coxa pra se dedicar mais, eu peguei o copo e comecei a beber.
A língua dele estava fixada nos movimentos no meu clitóris, o queixo áspero nos lábios se moviam também, agarrou um seio com cada mão por cima da camisa, movimentando os bicos no mesmo sentido que sua língua me chupava, parecia uma orquestra completamente sincronizada, me perdi completamente ali, gritando alto que estava uma delícia, e pedindo mais.
Senti cada músculo do corpo se contorcer e meus chakras se realinharem gozando na boca dele.
Ele sentou do meu lado, colocou uma camisinha enquanto falava qualquer coisa que naquele momento estava inaudível. Eu tava curtindo ainda as sensações no corpo.
Quando voltei a perceber meu redor, ele estava do meu lado, me olhando fixamente com o pau na mão, segui seu olhar enquanto me ajeitava pra sentar na minha rola favorita.
E era linda, majestosa, grossa, eu sentia as bolas - molhadas da minha excitação -amortecerem minha bunda enquanto eu cavalgava olhando fixamente pra ele, que estava assim como eu nostálgico. Essa não era uma foda apressada, estávamos degustando um ao outro,  conhecíamos os caminhos dos nossos corpos. 
Eu achei que já tínhamos feito de tudo no passado, mas aprendemos novos truques nesses anos. 
Eu arqueava o corpo pra trás para que ele chegasse mais fundo, subia de uma vez e descia rebolando, ele me segurava com uma mão pelo cabelo determinando a intensidade dos meus movimentos, e outra na minha bunda, apertando e me dando uns tapas.
Eu senti uma vibração vindo e voltei a gemer alto, quanto mais alto eu gemia, mais baixinho ele me chamava de puta, não perdemos contato visual, notei o sorriso dele se abrindo, encostei minha boca na dele, quase o engolindo, querendo sentir junto com ele o gozo vir, quando ele intensificou me movendo como um papel pra cima e pra baixo me segurando pela bunda, sua voz foi ficando mais rouca, mais alta, as palavras sem sentido, mas todas no sentido de estar adorando. 
Senti meu gozo, observando sem piscar o prazer dele em ser abrigado pela minha buceta que nesse instante pulsava. De novo, mais intenso, mais molhado, em milésimos de segundos meus músculos estavam duros, depois formigando, depois relaxando, os sons foram ficando mais baixos até eu só ouvir o silêncio do meu prazer enquanto encostava a cabeça no colo dele.
Enquanto ele desabotoava minha camisa toda molhada disse: acho que essa não serve mais pra nada, melhor você ficar sem.
Voltei pra casa com uma camisa dele, já ansiosa pra usar com qualquer outro.

Conto escrito pela leitora Bárbara Alves.

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