Atrás da porta fechada III - Contos Eróticos

Histórias eróticas para mulheres livres. Se inspire e desperte a sua imaginação para sentir na intensidade que você deseja. Contos para gozar, se deleitar. Na vida, no quarto e na cama.

- Oi amor, seu telefone deve estar fora de área. Eu vou pro hotel hoje. A Jéssica salvou minha pele hoje cuidando da papelada. Eu disse que ela deveria voltar a estudar. Tipo, ela basicamente comanda aquela firma toda. Bom, queria falar contigo antes de você chegar aí. Quero jogar aquele jogo que você sugeriu. Aquele de sermos estranhos. Eu amo fingir que sou outra pessoa. Só por essa noite. Você não precisa me mandar uma mensagem ou ligar de volta. Eu vou estar no bar esperando. Procure por mim com aquele vestido preto.

Ele chegou no bar do hotel com o terno de linho impecável. Escutei seus passos pelo chão - eu sabia onde ele estava mesmo com metros de distância. 

- Tem alguém sentado aqui? - ele perguntou.

- Não. Só eu mesma. Pode sentar. 

- Você quer uma bebida? Talvez um whisky? Extra seco? 

- Nossa, olha ele...

- Você quer outra coisa?

- Não. 

- Deixa adivinhar. Você não deixa nenhum homem - muito menos um estranho te dizer o que fazer. 

- Você tem algum problema com isso? 

- Nenhum. Mas eu estou curioso pra saber se é realmente assim que você se sente, ou isso é só uma fachada. 

- Parece que você sabe muito sobre mim para um cara que acabou de sentar do meu lado um minuto atrás. Mas agora estou curiosa. O que te faz pensar que secretamente eu gosto que mandem em mim?

- Você não me parece uma pessoa que senta em um bar para conversar. Vestido preto. Você provavelmente nunca usou esses altos que mostram essas pernas lindas. E isso parece ser uma aliança de casamento. Na sua mão direita. Não, eu acho que você tá aqui pra mais alguma coisa. 

- Tipo?

- Tipo procurando por alguém para te fuder como seu marido. Você quer alguém que tome o controle?

- Vamos dizer que você está certo. E eu não estou dizendo que você está. Como eu posso confiar que você vai me dar o que eu quero? 

- Bom, eu posso te fazer gozar agora mesmo, se eu quiser.

- É mesmo?

- Eu iria falar para você abrir suas pernas, e ter certeza que ninguém está olhando. Tenho certeza que você iria gostar. E eu iria passar meus dedos aqui, nessa entrada da sua coxa. Mas isso seria muito fácil, não seria? Eu quero que você implore. Suba as escadas comigo. 

- Me mostre o que você iria fazer. Você não vai perguntar meu nome primeiro?

- Sem nomes. Me siga. 

Entramos em uma suite com vista panorâmica para a cidade. A essa altura, eu estava completamente molhada. 

- Tire a roupa. Isso. - ele disse enquanto passava a mão em todo meu corpo. - Você não quer ser tratada como um prêmio. Como um bibelô. Você quer ser fodida, não é isso?

- Sim. Quero sentir você até amanhã. 

- Fale 'vermelho' que eu paro. Ótimo. Coloque seus pulsos para frente - vou prender eles com meu cinto. 

- Vai...

- Agora deite. Que cara é essa? Porque está com vergonha? Achei você ia ser minha putinha... Eu quero que você esteja pronta pra mim. Abra as pernas. Assim. Me fala como seu marido nunca te tocaria. 

Ele fez exatamente como eu pedi. Lambeu os dedos, passou pela minha vulva, e enquanto me dedava, passava a língua no meu clitóris. De um lado para o outro. Primeiro devagar, depois rápido. Senti sua língua no meu períneo. A essa altura, já não parava mais de gemer. 

- Não para. Goza com força - ele disse, entre as lambidas. - parecia que eu estava flutuando, mas o tesão não sai do meu corpo. Olhei para os olhos dele e pedi:

- Eu quero que você me foda com tanta força com força. Sem dó. Sem piedade. Até eu esquecer quem eu sou.

- Eu amo escutar você implorar... - ele disse, metendo com força. 

Só escutávamos nossos corpos e os nossos gemidos. Eu arranhava as costas dele com as mãos amarradas com o cinto. Pedia mais. Mais. Até que eu esquecesse. Senti que ia gozar de novo. Puta que pariu. Ele veio primeiro, mas não parou. Senti tudo mole. 

- Cacete. Que vontade hein, amor?

- Você sabe quanto eu amo quando você é fofo comigo logo depois de me comer assim? hahaha. 

- Eu te amo. Vem cá, deixa te abraçar.

 

O que vai aparecer na bolsa dele no próximo encontro? Um vibrador? Ou vai ser uma nova pessoa na dinâmica? Descubra. 

(Veja a continuação do conto)

 

Tradução livre de podcast publicado originalmente no Dipsea. Escute o áudio original.

Foto por Hoang Uyen via Unsplash

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