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Dia D

HISTÓRIAS ERÓTICAS PARA MULHERES LIVRES. INSPIRE-SE E DESPERTE SUA IMAGINAÇÃO PARA SENTIR NA INTENSIDADE QUE VOCÊ DESEJA. CONTOS PARA GOZAR E SE DELEITAR. NA VIDA, NO QUARTO E NA CAMA.

Em 9/10 das minhas fantasias, eu estava dando o cu. Essa era a realidade. Desde que comecei a pensar em sexo, minha mente sempre ia além. Sempre ia para outras realidades, outras possibilidades. 

Eu nunca tinha confiado em ninguém para fazer isso. 

Todo mundo me falava que sexo anal doía. Que era dolorido, que machucava, que era algo para se envergonhar. 

Nas rodas de conversas entre amigas, nas noites escuras dos barzinhos da Augusta, eu lembro de todas rindo quando algumas de nós mencionávamos em cu. "Que coisa nojenta", "O buraco é outro", "Ninguém merece". 

Eu bebericava minha cerveja, calada. O aro grosso do meu óculos protegendo minha verdadeira identidade. 

Em 9/10 das minhas fantasias, eu estava dando o cu. Essa era a realidade. Desde que comecei a pensar em sexo, minha mente sempre ia além. Sempre ia para outras realidades, outras possibilidades. 

Possibilidades mais picantes. Possibilidades diferentes para uma mulher heterossexual que cresceu estudando em um colégio católico.

E eu sabia que seria julgada. E sabia que não era qualquer cara que iria fazer o que eu queria, como eu queria, sem ser uma péssima experiência. 

No meu último relacionamento longo, caí no erro de falar para o cara que tinha esse sonho. Pronto. Ele só falava disso, só fixava na porra do cu. Perdeu todo o encanto.

Mas, naquela quarta-feira pós expediente, me arrumando para o terceiro (ou quarto) date com o Tom, eu sabia que ele seria o cara perfeito para isso. Na primeira vez que transamos, ele perguntava tudo. Se estava gostoso, se estava doendo, se eu gostava de um jeito ou do outro. Ele não parou até eu gozar. E o melhor: ele era exatamente o meu tipo. 

Moreno, alto, barbudo. Os cabelos longos e lisos, negros e grossos. Com cara de cresceu em uma excelente família, mas no fundo, cheio de desejos reprimidos que não tinha muito como (e onde) realizar. 

Meu número. 

Marcamos de sair naquela tarde, naquele restaurante charmoso italiano no Mooca. Eu não tinha avisado nada, mas eu sabia que ele iria topar. Tinha comprado 3 tubos de lubrificante e estava levando meu bullet na bolsa.

Exagerada? Talvez.

Mas sempre precavida. 

Ele apareceu com aquele olhar manso que me tomava conta toda vez que nos víamos. Por trás daqueles olhos castanhos tinha uma força e intensidade que era reservada para quatro paredes. 

Pedimos um vinho. Ele escutava o que eu falava atentamente, pescando cada informação sobre mim. Analisando, arquivando cada dado, cada gesto. Ele era um cara que realmente escutava. 

E que realmente sabia das coisas. De Lacan até inteligência artificial, ele devorava conversas como devorava livros. E era com essa mesma intensidade que eu sabia que eu podia contar com ele para realizar meu sonho. 

Em determinado momento, começamos a falar sobre coisas sempre queríamos realizar na vida. 

- Eu queria muito ir nas Maldivas. Aquela coisa bem casal de instagram batido: mergulhar no mar azul, pisar na areia transparente. Pacotão de turista de padrão com um copo de gin na mão e um calção de abacaxi no corpo.

- Quem diria. 

- Pois é. Quem me viu, quem me vê. Qual é o seu?

- Diversificados. Voltar para Londres e morar para sempre por lá. Ter minha própria livraria. Ou um café. Sexo anal. 

Ele deu uma risada. Vi seu olhar mudar entre o divertido e o travesso, com um toque a mais. Aquela intensidade que estava reservada para quatro paredes. 

- Esse último é mais viável de realizar. 

- Sim. Mas só com alguém confio. 

- Na hora que for pra ser, você vai sentir. 

Ele sorriu para mim e não pressionou o assunto. Ali, tive minha confirmação que seria com ele mesmo.

Naquela noite. 

 

Eu liguei o toca discos da sala. O jazz suava saia do vinil, e ele estava sentando no sofá fazendo carinho no Carlinhos, meu gato. Aproveitei o silêncio para dar a mão para ele e o guiar silenciosamente até o quarto. 

Ele deu um daqueles sorrisos que me arrepia dos pés a cabeça. Nos atiramos com força um para o outro, nossas línguas entrelaçadas, naquele ritmo intenso que sempre - desde a primeira vez - nos tocávamos. 

Ele entendia qual era minha linguagem.  

Naqueles momentos, eu sentia que naquele instante, éramos feitos um para o outro. Se existiu algum mito de alma gêmea, metades da laranja, foram por químicas semelhantes a nossa. 

Naquela combustão de corpos, nos vimos pelados, transando, em um piscar de olhos. Eu não sei se eu sentei em cima do seu pau ou ele veio por cima de mim: apenas encaixamos e transávamos sob a luz baixa do abajur.

O dedo dele no meu clitóris.

Meus dentes no seu pescoço.

A sua mão batendo na minha bunda. 

Eu queria ali. Ali, naquele momento, naquele instante. 

- Come meu cu. 

Ele riu. Me tirou da posição de quatro e me girou, meu torso contra o dele. Sussurou no meu ouvido:

- Tem certeza? 

- Absoluta. Agora. 

Eu estendi minha mão e puxei da gaveta, desengonçada, mais um tubo de lubrificante.

Ele me deitou de lado. Com as nádegas contra o corpo dele, em uma perfeita conchinha. Senti o geladinho do lubrificante no meu ânus. Ele me comia devagar, sem pressa, enquanto circulava meu clitóris. Eu tentava não gozar ali, na hora. 

Prendia todo meu assoalho pélvico, segurando o gozo, segurando o prazer.

- Relaxa. Temos todo o tempo. Goza, eu sei que você tá chegando lá. 

Soltei o gemido que estava segurando. Gozei, e senti todos os meus músculos relaxando, o quentinho invadindo dentro de mim. 

Nesse mesmo momento, senti um dedo, bem lubrificado, dentro do meu ânus. Devagar, abrindo caminho. Depois outro. A excitação foi voltando, mais forte, mais lenta, abrindo caminho para algo novo. 

A mão no clitóris voltou de novo. Ele me dedilhava por completo, na frente e atrás, me preenchendo, prometendo algo novo. Algo maior, algo grande. 

- Caralho... Me come logo...

- O quanto você quer?

Senti ele mordiscando minha orelha, sua ereção contra minhas nádegas, enquanto seus dedos se ocupavam de me preencher. 

- Come meu cu, Tom. Agora, porra. 

Ele riu. Senti a cabeça do seu pau entrando devagar. Algo grande, diferente, que nunca tinha sentido antes.

- Me avisa de tudo. Se doer, se quiser parar, se quiser parar. Estou aqui. 

Eu assenti com a cabeça. 

Não era exatamente uma dor. Era como algo estranho, algo diferente, algo grande. Algo me alargando. E eu estava subindo pelas paredes de tesão. 

Queria que ele me preenchesse. Só isso. 

Logo senti todo seu pau dentro de mim. Ele imóvel, parado. 

- Tá tudo bem? Doendo?

- Continua...

Ele foi devagarinho. Aos poucos, me preenchendo, me envolvendo. A sua mão sempre na minha frente, circulando meu clitóris. 

 

E o crescente começou. De pensar que era você, dentro do meu cu, me arrombando, desbravando um caminho não conhecido, sentia que queria gritar. Explodir em 10, em uma supernova. 

Ser preenchida por todos os buracos. 

Gozei novamente, estremecendo meu cu no seu pau. Você não aguentou e bateu na minha bunda, gozando dentro. 

Desencaixamos. Senti aquela sensação deliciosa de ter sido usada. Preenchida. 

Mas em outro lugar. 

Eu beijei seus lábios e olhei para seus olhos curiosos, apreensivos. Mas satisfeitos. 

- Obrigada. 

- Volte sempre. 

Rimos, abraçados. O alvorecer se aproximando 

 

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