Ilhados - Contos Eróticos

Histórias eróticas para mulheres livres. Se inspire e desperte a sua imaginação para sentir na intensidade que você deseja. Contos para gozar, se deleitar. Na vida, no quarto e na cama.

Marina e seu melhor amigo, Pedro, alugam uma ilha no litoral fluminense por Airbnb e chamam a galera que estudou com eles para comemorarem juntos. Eles chegaram antes, juntos. Mas os dois não contavam com a tempestade que iria impedir todos seus amigos de chegarem. O que eles vão fazer naquela ilha só pra eles?

- Pedro, pegou o cooler?

- Tá na varanda! 

Esse era o nosso momento. Eu, Pedro e toda a turma de medicina demos um jeito de ter uma folga nos plantões e alugamos dois dias na Ilha Azul - uma ilha no litoral fluminense que eu encontrei, por acaso, no Airbnb. 

Pedro era meu melhor amigo e nós dois fazíamos a mesma residência de pediatria. Éramos o tipo de amigos que praticamente líamos pensamentos um do outro.

Fomos de São Paulo para Angra juntos e fomos os primeiros a chegar na Ilha. 

- Pega logo uma cama, Mari! - gritou Pedro do primeiro andar

- Já peguei, amado!

Enquanto eu arrumava minhas coisas na cabeceira, escutei um trovão ensurdecedor. Puta que pariu, não dá pra chover. Vai arruinar nosso fim de semana!

Desci as escadas e encontrei Pedro de frente pra janela, seu cabelo preso em um coque desgrenhado. Ele mordia as unhas. Dei um tapinha na sua mão para ele parar e olhamos para fora, o temporal agitando as ondas do mar. 

- Vou fechar as janelas… - ele se prontificou e saiu correndo

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Tocou meu celular. 

- Oi Ju!

- Mari, estamos aqui no porto e fecharam as saídas daqui até o temporal passar. Parece que agitou muito a maré. A previsão é de  sairmos daqui amanhã de tarde… 

- Putz amiga… Vocês já tem hotel? 

- Já. Fazendo o check-in agora. 

- Vai me avisando!

Pedro voltou pra sala e eu contei pra ele do porto fechado.

- Começamos com o pé direito, né? - falei, frustrada. 

Ele pegou nas minhas mãos e me levou até a sala do segundo andar - vi que ele tinha preparado uma mesa de queijo e colocado um vinho pra gelar. 

- Pensa que sobrou mais pra gente! - ele disse, as covinhas do seu sorriso marcadas. 

E eu amava seu otimismo. Esse era um daqueles momentos que eu me pegava atraída pelo Pedro. Lembrava de quando ele me puxou pra dentro da sala de raio X e me deu um beijo, no primeiro ano de residência. Assustada, eu tinha dito que aquele tinha sido um erro. Mas ali, no meio da chuva, naquela ilha só para nós dois, eu sabia que tinha me arrependido. 

Começamos a ver um filme bobo no Netflix. Na cena, a protagonista se arrependia de ter dito não e corria para beijar o amado no terminal de avião. Eu senti seu braço no meu ombro nessa hora. Ali senti o efeito do vinho bater, porque senti uma coragem que não era habitual:

- Eu me arrependo também, sabe?

Ele pausou o filme e me olhou. 

- De ter vindo?

- De não ter te beijado naquele dia.

Ele me encarou sério. Suas bochechas estavam coradas e sua barba por fazer. 

- Eu acho que alguém bebeu demais… - ele se inclinou, pegando minha taça de vinho e levantando.

Eu fui mais rápido. 

Nessa hora, impedi ele de levantar com um estalinho em sua boca. Ele me olhou ainda incrédulo, mas podia ver o tesão misturado no seu olhar. Tentei de novo, tirando as taças da sua mão e colocando na mesa. 

- Eu quero dessa vez. Você quer?

Ele não pensou duas vezes. Senti suas mãos nos meus ombros e seu beijo furioso. Ele queria, e queria muito. Eu me surpreendi com meu próprio desejo. 

Quando descolamos nossas bocas, já estávamos praticamente sem roupa. Meu vestido no chão, sua braguilha aberta e seu peitoral me envolvendo. Eu sentei em cima dele, só de calcinha. 

Naquele momento, havia uma urgência para nós nos unirmos. Senti minha calcinha sendo colocada para o lado e eu puxava seu pau para fora da cueca, da calça - completamente duro, pronto para sentar. Ele puxou uma camisinha do bolso e eu ajudei a colocar no seu pau - tentando ser rápida. 

E como eu fui rápida. 

Sentei de uma vez e nós dois gememos alto, a sensação do preenchimento me completando. Eu desmanchei seu coque com minhas mãos - sentava com força buscando um ápice, sem pensar demais.

Ele gemia no meu ouvido e eu senti suas mãos na minha frente, buscando meu clitóris. Quando ele começou a circular, senti que não ia durar muito. 

- Eu vou gozar assim… 

- Então goza... Goza gostoso...

E continuei. Gozei arqueando minhas costas - saiu um grito gutural. Daqueles que vem da alma, da onde a gente nem tinha ideia que estava guardando. Ele veio logo depois com um grunhido e uma mordida na minha orelha. 

Deitamos no tapete de pelúcia no chão e rimos, nos abraçando. 

- Obrigada, São Pedro...

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