A importância da masturbação feminina na nossa vida

Só a palavra masturbação já pode causar desconforto em muitas mulheres. Crescemos escutando que se masturbar era algo sujo, estranho e ruim. Quem nunca escutou os antigos mitos que poderia crescer pelos na mão se tocasse "lá"? Que fazia mal pra saúde e era imoral e simplesmente errado?

Em pesquisas da revista Psychology Today, 70% das mulheres se sentiam culpadas em se masturbar. 80% delas nunca falaram sobre masturbação como um aspecto normal da sexualidade humana. Mulher se masturbando sozinha? Sinônimo de imoralidade, pecado, confusão e sentimentos ruins. 

O que está acontecendo? Como se masturbar virou um pecado?

A ORIGEM DO MITO DA MASTURBAÇÃO FEMININA COMO ALGO IMORAL

Desde os primórdios do cristianismo, a masturbação foi vista como algo imoral, errado e pecaminoso. Obter prazer para algo que não fosse além da procriação era visto como um crime - principalmente na sociedade pós-medieval - onde cada criança que nascia era vista como uma mão de obra em potencial. 

Essa culpa histórica da masturbação se agravou com as ideias freudianas que o clitóris era um pequeno pênis  - e quem gozava através do clitóris era histérica e "menos mulher" do quem gozava com penetração. 

Se masturbar era perder tempo útil que você poderia estar trabalhando, e como o filósofo Imanuel Kant aponta, se masturbar era abraçar a animalidade nua. 

Nos anos 80, Lacan melhorou a perspectiva Freudiana, recalculando a rota da psicanálise quando falamos de sexualidade. Ele aponta que para a realização da sexualidade feminina plena - e quando falamos de feminino, não estamos falando de sexo designa, mas o papel do feminino - a mulher deve explorar ir além do papel de maternidade imposto pelo patriarcado, e "estar pronta para devorar aquele que lhe deu a vida". 

Mas o estrago já estava feito - desde o século XX, temos incorporado a nossas crenças e traumas que a masturbação deve ser evitada a todo custo. Como reverter esse cenário?

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO SEXUAL PARA A MASTURBAÇÃO 

A sexualidade faz parte da nossa formação. A investigação do nosso prazer é essencial para o desenvolvimento do ego - e das nossas fantasias e traumas. 

Quando não falamos sobre nossa masturbação e associamos a culpa a se masturbar, criamos um cenário de culpa e repressão. 

Ao entender que se masturbar faz parte de uma vida saudável e do nosso bem-estar no geral, entendemos que podemos nos livrar desse peso que carregamos. 

Se masturbar não ajuda só em descobrir os seus pontos de prazer, como ajuda a fortalecer seu sistema imunológico e a fortalecer a musculatura na região pélvica. 

Não é sobre ter orgasmos: é o caminho que importa. É descobrir os caminhos dos seu corpo, a potência do que ele pode fazer e o seus limites: realmente descobrir quem é você e aonde você pode chegar. 

Se masturbar e descobrir o que você gosta já é meio caminho andando em um relacionamento: sabendo o que você gosta, você pode comunicar com seu parceiro o que realmente te traz prazer.

O VIBRADOR COMO UMA FERRAMENTA DE CONHECIMENTO NA MASTURBAÇÃO

Nós desenvolvemos o Bullet Lilit para ser o primeiro vibrador que gostaríamos de ter encontrado antes. Ouvimos mais de 4 mil mulheres e desenvolvemos um vibrador no modelo bullet como você nunca viu: potente, discreto e elegante. 

O vibrador bullet é o modelo ideal para para pessoas com vulva: focado no prazer clitoriano e na nossa parte externa - onde se concentram nossas principais terminações nervosas. Pequeno e com vibrações potentes, ele traz experiências impossíveis de replicar com as mãos, boca e um pênis. 

O clitóris é um complexo incrível, cheio de potencialidades e de descobertas. Usar um vibrador no modelo Bullet é aprender todas as potencialidades do poder do complexo clitoriano e explorar as mais de 3000 terminações nervosas. 

Nós recomendamos a exploração sozinha da própria vulva com o Bullet Lilit para descobrir os lugares que mais te estimulam e as melhores formas de chegar a um orgasmo. Depois é só mostrar para seu parceiro(a) como você chegou lá com o Bullet. 

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Ainda existe um longo caminho pela frente para aceitarmos a Lilith que existe dentro de cada uma de nós. Nossa liberdade, nosso potencial erótico. A Lilit, criada em 2019 por Marília Ponte, nasceu para nos conectarmos com nossa essência. Livre, autônoma, completa. 

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