Orgasmo: um manual de livres maneiras de sentir prazer

Cada mulher, segundo a ciência, tem uma maneira única de gozar. Você já encontrou qual é a sua? Vem que ajudamos nessa descoberta.

De cinco a 15 segundos: esse é o tempo do clímax sexual tão desejado — o orgasmo. Mesmo de curta duração, a gama de possibilidades da cascata de sensações provocadas pelo fenômeno biológico é enorme. E se as possibilidades são inúmeras e os benefícios são reconhecidos, por que, então, ainda há tanto tabu (e desconhecimento) quando o assunto é o orgasmo feminino?

Em 2016, o Projeto de Sexualidade da Universidade de São Paulo (Prosex), da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), ouviu mais de três mil brasileiras, entre 18 e 70 anos e chegou a uma conclusão preocupante: mais da metade das entrevistadas (55,6%) relatou dificuldade para chegar ao clímax. Entre as principais causas apontadas, apareceram a dificuldade para se excitar (67%) e a dor na relação (59,7%).

Neste artigo, tentamos elencar pontos importantes sobre o assunto para que você saia da leitura um pouco mais empoderada de sua sexualidade. Não é um guia definitivo sobre orgasmo feminino, mas um manual de livres maneiras para que você invista por aí no caminho ininterrupto da descoberta sexual. É uma jornada que dura a vida inteira — e vale muito a pena.

TECLA SAP: O QUE É, AFINAL, O ORGASMO?

O orgasmo é o momento em que o prazer sexual atinge seu pico máximo. A satisfação é tão grande que o corpo pode apresentar tremores, contração do canal vaginal, ejaculação e outras pequenas consequências físicas que variam de pessoa para pessoa. Ou seja: é uma definição tão em aberto que passa a ser normal que surjam tantas dúvidas a respeito.

Como saber se já tive um orgasmo? Vou sentir? E caso eu não sinta?

Se parece mais fácil definir o clímax masculino como uma cadeia de movimentos de contração que culminam na sensação repentina de intenso prazer — acompanhado pela ejaculação —, no caso do feminino pesquisadores explicam que, há milhares de anos, o orgasmo na mulher tinha a mesma função que a masculina: liberar óvulos com o objetivo reprodutivo. Durante o processo evolutivo, nosso corpo desvencilhou o prazer e a reprodução. Ainda bem.

Hoje, a mídia tem um papel crucial na desinformação a respeito do clímax feminino. Isso porque faz parecer que todo e qualquer orgasmo é performático. Pode ser, mas não é a norma. Fisicamente, é possível destacar algumas consequências físicas do orgasmo feminino, como crescimento do ritmo respiratório, aumento da frequência cardíaca, contração vaginal, elevação do útero, dilatação da vulva, ereção do clitóris e rubor sexual (coloração rosada no rosto e no peito). 

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CADA MULHER, UM ORGASMO FEMININO ÚNICO

Nosso corpo é excitado a partir das terminações nervosas. Quando falamos especificamente sobre as terminações nervosas dos genitais femininos, abre-se um leque imenso de sensibilidades. E se cada corpo tem um mecanismo próprio de excitação, faz sentido dizer que, obviamente, cada orgasmo será diferente.

Agora, a explicação científica: a ginecologista norte-americana Deborah Coady começou a pesquisar as terminações nervosas dos clitóris e descobriu que a grande quantidade de nervos de cada mulher é distribuída de forma única. Na prática, isso quer dizer que cada genital apresentará mais ou menos sensibilidade de formas distintas. É por isso, inclusive, que fórmulas prontas para que você alcance o orgasmo são, na maioria das vezes, ineficazes. Não há receita de bolo que dê conta de ensinar cada mulher como gozar.

Mas se não há fórmula, como posso chegar aos orgasmos?

Se cada experiência orgástica é uma vivência única para cada uma de nós, mulheres, só há uma forma de chegar aos orgasmos: com a prática. Muitos especialistas reforçam que gozar é algo que se aprende. É aí que entra a masturbação.

Tocar-se é uma forma de mapear no seu corpo zonas erógenas. É a possibilidade de você entender onde e como gosta de ser tocada: é por meio de movimentos rápidos? Lentos? Intercalados? Com maior ou menor pressão? Você gosta de pausas? Qual a intensidade que prefere?

Essas e muitas outras perguntas a respeito do seu desejo só serão respondidas se você se permitir. A masturbação é uma grande aliada nessa dança. Além de fazer com que você se conheça a ponto de estipular limites e delimitar gostos, também fortalece sua autoconfiança e elimina um punhado de inseguranças que podem surgir na hora do sexo. Isso porque uma vez que você sabe do que gosta, fica mais fácil comunicar às suas/ aos seus parceiras (os) suas preferências, além de posicioná-la como ser desejante, e não apenas desejável — como nos ensina e impõe a sociedade patriarcal.

Há alguns pontos que você pode observar, na próxima vez que se masturbar, e que vão ajudá-la a pavimentar o caminho para o orgasmo feminino. Anote as dicas:

Sexo é mais que os órgãos genitais
Pense em toda a extensão do seu corpo com um grande potencial erógeno e permita-se ir além do estímulo na região genital

Quebre tabus
Muitas vezes, na hora da masturbação, somos impactadas por tabus que foram marcados socialmente na nossa existência como mulher. Lembrar dessas barreiras impostas faz com que nosso desejo se perca ou esmoreça. Por isso, tente quebrá-los, na medida do possível, enquanto se toca. A sociedade diz que pelos femininos são feios? Aceite-os e explore-os enquanto se masturba. Foque na sensação que tocá-los proporciona. Quanto mais amor tivermos pelo nosso corpo e menos vergonha sentirmos da nossa natureza, mais abertas estaremos ao prazer que ele pode nos proporcionar.

Descobriu uma zona erógena? Agora é a hora de testar estímulos
Se você identificou que determinada parte do corpo dá mais prazer que outras, é a hora de testar diferentes estímulos. Brinque com velocidade, intensidade, pressão. Os vibradores podem ser bons aliados nessa jornada — , já que você pode testar diferentes ritmos de estimulação, por exemplo.

Você tem cinco sentidos. Use-os
Mais do que o toque, nosso prazer pode também fazer morada também em outros sentidos. Por isso, investigue outros estímulos. Aposte em cheiros, sons, imagens e veja para onde seu desejo caminha.

Para essa descoberta lindíssima de sua sexualidade, seja com os dedos ou com o uso de vibradores, só há uma regra: higienize mãos, genital e ânus — antes e depois de práticas sexuais. Aliás, nosso Bullet Lilit é feito, inclusive, para você usar até durante o banho. Ele tem cinco estágios de vibração para você experimentar bastante por aí. De resto, a viagem é sua. Faça você suas próprias regras. Seu corpo é um mapa sensorial. Experimente-o. E aproveite ;-)




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