Dias de luta, dias de glória - Contos Eróticos

Histórias eróticas para mulheres livres. Se inspire e desperte a sua imaginação para sentir na intensidade que você deseja. Contos para gozar, se deleitar. Na vida, no quarto e na cama.

É dia de descanso na vida de Gabi. Seu filho foi para um fim de semana com o pai e seu namorado viajou. Mas ele deixou uma surpresa em um presente bordô antes de ir embora... o que será?

 

- Se cuida filho, lembra de usar casaco de noite, você vai sair no sereno e…

- Tá mamãe. Sou grandinho já. Tá tudo bem. Beijo!

Coloquei a mochila nele e dei um beijo no rosto. Era fim de semana do Gael ficar com o pai e eu sempre sentia aquele misto estranho de saudade e alívio. Ele estava indo para um lugar seguro e eu não precisava me preocupar desse jeito - me reafirmava de 5 em 5 minutos. 

Como ele teve febre anteontem, não consegui ir nos correios para levar as encomendas da semana, e só agora consegui um tempo para fazer isso. “Não dá mais né Gabriela” - falava sozinha no carro. Minha loja de acessórios cresceu muito nos últimos meses - ainda bem - mas era hora de delegar. Tinha que arrumar alguém para o marketing e para fazer a logística. O celular tocou, interrompendo meus pensamentos.

- Já deixou o Gael?

- Sim, tô indo pros correios para deixar algumas encomendas e volto pra casa. Ainda tenho que arrumar a sala… 

- Tá arrumada. Limpei antes de sair.

- Ai, amor, obrigada. Que horas é seu voo?

- Às cinco. Já tô a caminho. Comprei aquele vinho chileno que você queria e deixei na adega. 

- Quem seria eu sem você?

- A mulher mais maravilhosa do mundo, só que sem o cara com as melhores piadas ao seu lado.

- Palhaço. Te amo. 

- Te amo muito. Relaxa hoje e aproveita muito.

Aproveitar? O que ele queria dizer com isso? Bom, estou precisando mesmo. Abri a porta e deixei as chaves caírem no molho. Na mesa da cozinha, vi um pacote bordô com um laço rosa. Será que é o presente do Gael que eu esqueci ali? Fui inspecionar. Um cartão preso no laço com “Gabriela” escrito me chamou atenção:

“Quero que você saiba todos os dias como você é incrível. Que você aproveite esse momento para celebrar como você é uma grande gostosa que merece todo amor e carinho. Hoje quero que a noite seja só sua. Um momento para você com você mesma. 

Tome um banho demorado, coloque essa lingerie nova, desligue as luzes e deixe só a do abajour, ligue o umidificador e coloque o óleo de ylang ylang. E aí você pode aproveitar o presente principal.

Gustavo”

“Puta que pariu, que homem”, falei alto sozinha na sala. No pacote, uma lingerie preta rendada impecável e um vibrador pequeno e bonito no formato de um batom. “Bullet Lilit”, anunciava a embalagem. Eu amei a cor bordô - o ápice do chique. Não era agressivo e era estético. Liguei e senti as diferentes vibrações - pulsante, continua, mais forte, mais fraca, crescente - caramba, que negócio pequeno e potente. Tamanho realmente não é documento. 

“Esse é meu momento” - pensei. Hoje esse seria meu mantra. Fui para o quarto e tirei a roupa, caminhando para o banheiro. Nunca uso a banheira, mas hoje tenho licença poética. Coloquei cinco gotinhas do óleo de ylang ylang e entrei na água morna. Soltei um suspiro. Quanto tempo eu não fazia isso? 

Eu deveria fazer isso mais vezes pra mim mesma. Não deveria esperar o Gustavo me lembrar. Deslizei a mão nos meus seios e na minha barriga - que não era mais a de antigamente. Mas estranhamente, isso me incomodava no passado e hoje me dava até um certo tesão. “Cada estria, cada celulite faz parte da minha história e da mulher que você é hoje” - dizia a minha terapeuta em nossas sessões. Clichê, porém verdade, pensei enquanto levantava da banheira para me enxugar. 

Peguei a lingerie do papel de seda e coloquei o sutiã e a calcinha. “Até que ainda dou um caldo” - pensei, olhando para o espelho. Minha pele reluzia com o calor do banho e do hidratante corporal e meu rosto estava corado. Soltei o cabelo do coque e deixei ele cair nos meus ombros e caminhei até o quarto, desligando as luzes e acendendo uma vela. Deitei na cama fofinha - reparei que Gustavo tinha trocado a roupa de cama pela nova, branca de fios egípcios. Enquanto deitava naquela nuvem deliciosa, peguei o bullet na cabeceira e coloquei uma playlist antiga esquecida no meu spotify: “apague a luz”. 

Liguei o vibrador e por um momento, fiquei um pouco sem reação. “Aos poucos e sempre, certo?” - me reafirmava. Comecei a passar o bullet por todo meu corpo, como um massageador - passei nos ombros, nos mamilos, por cima do sutiã, na barriga, e fui descendo. Pensava nas mãos do Gustavo, no seu cheiro, nas suas mãos, na sua língua. Minha respiração começava a ficar mais ofegante e senti meu rosto e orelhas ficarem quentes. 

Peguei um pouco de lubrificante na cabeceira e coloquei na ponta do bullet. Deitada de barriga para cima, abri minhas pernas e tirei a calcinha lentamente. Era hora do show. Peguei meu celular e posicionei com um travesseiro atrás, de frente para meu corpo. Comecei a filmar.

- Era assim que você queria me ver, não é?

Lentamente, usei meus dedos leves passando a mão debaixo para cima: primeiro no meu períneo, passando por meus lábios - apertando-os levemente como se estivesse esfregando entre os dedos, depois passei sobre a minha vulva, até chegar no umbigo.  Peguei o bullet e fiz o mesmo movimento com o vibrador. Sentia as vibrações gostosas no centro do meu peito. Uma sensação quentinha e deliciosa tomou conta do meu corpo. 

Comecei a gemer alto, o som do vibrador e da música me davam um tesão do cacete. Olhei para câmera e vi meu rosto corado, meu cabelo despenteado e minha buceta toda inchada e molhada. Como eu estava excitada.

- Ai, porra!

Arqueando a perna, coloquei o bullet em cima do meu clitóris, no capuz, de lado, sentindo as vibrações ecoarem por dentro dele.

- Você quer me ver gozar gostoso, né? Eu sei...

Coloquei a pulsação mais intensa e com movimentos circulares, rodeava diretamente no meu clitóris enquanto enfiava os dedos na minha vagina. A sensação aumentava, o calor junto, e junto com a vibração, senti o impulso de curvar minhas costas para fora da cama. Não conseguia prestar atenção no celular e na fantasia, tudo que importava naquele momento era gozar. 

Gemia baixo, louca para liberar aquela tensão deliciosa. De repente, senti flutuar, enquanto escorria meu gozo pela minha vulva, caindo nos lençóis. Liberei tudo: cansaço, frustração, raiva, angústias. Como eu precisava disso.

Respirando mais calma, dei um pause na gravação e soltei uma risada. Encaminhei o vídeo por whatsapp para ele - era um crime eu ficar com esse vídeo dessa gostosa do caralho mofando no meu celular. Tinha que fazer a caridade de dividir.  

- Só para ficar salvo e eu ver depois.

Somos Lilit. Uma das primeiras marcas brasileiras a desenvolver seus próprios vibradores como devem ser: criados por quem usa.

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Entrega super rápida, embalagem cuidadosamente produzida, um cheirinho delicioso e um produto surpreende, já tive outros vibradores, mas nenhum com esse cuidado no acabamento, uma textura delicada, simplesmente PERFEITO! Já sou fã de carteirinha, até comprei um para minha melhor amiga.

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