O primeiro dia - Contos Eróticos

 

Histórias eróticas para mulheres livres. Se inspire e desperte a sua imaginação para sentir na intensidade que você deseja. Contos para gozar, se deleitar. Na vida, no quarto e na cama.

 

É o primeiro dia da Tati na Mega, a empresa que sempre sonhou em trabalhar. E pra sua surpresa, Felipe, sua dupla criativa, é muito mais do que ela esperava e podia sonhar… em todos os sentidos. 

- Oi, sou Tati, nova no marketing, é meu primeiro dia…

- Ah claro! Antonia do RH avisou a gente. Senta ali por favor que o Felipe já vem. 

Quando pisei no chão de mármore e vi o letreiro na recepção, caiu a ficha. Era meu primeiro dia na Mega, a multinacional de cosméticos que sempre quis trabalhar. As estrelas se alinharam e por acaso, minha ex chefe da agência me mandou a vaga e disse - “vai que é tua”. E nossa, como foi. O processo de entrevista durou menos de uma semana, e eu estava lá: a mais nova diretora criativa na equipe de marketing. 

Passei a mão na minha calça de linho e ajeitei minha camisa sentada no sofá da recepção. Tentei não tremer minha perna enquanto olhava pro meu celular sem prestar muita atenção. Primeiro dia dá aquele frio na barriga: você não conhece ninguém, não sabe pra onde vai direito. Sabia que o Felipe seria minha dupla - ele era redator sênior e tinha o currículo invejável - só que nenhuma foto no Linkedin. 

- Oi, Tati?

Olhei pra cima (e haja pra cima nisso) e vi um homem de quase 2 metros de altura, barbudo, com o braço fechado de tatuagem. Exatamente meu número de homem, pensei desesperada. O pior foi aquele sorriso: tinha algo ali que prendia qualquer ser humano. Uma franqueza, algo escondido que queria muito descobrir. Pensei no Tiago lá em casa, com nossos gatos. Hora de parar de pensar nisso.

- Eu mesma! 

- Prazer, Felipe. Me falaram muito de você, estava ansioso pra te conhecer. Vem cá, vou te mostrar onde você vai sentar.

Ah meu anjo, eu sei exatamente onde quero sentar - pensei quieta. Sossega, Tatiana! Além de comprometida é seu primeiro dia e…

- Aqui, do meu lado. A Clara, gerente que te entrevistou já vem te ver, está saindo de uma reunião. Pessoal, essa é a Tati, minha dupla. 

Todo mundo acenou com a cabeça entre as baias e deu um sorriso. Dava pra ver que estavam afogados no trabalho. Sorri de volta e sentei na minha nova mesa, com aquela vista maravilhosa… para ele.

E não era só isso. Durante toda manhã, ele me explicou absolutamente tudo sobre o acesso aos programas de edição de imagem e as senhas que eu deveria saber. Me mostrou o passo a passo do sistema de aprovação de trabalho: ninguém nunca tinha feito isso em um primeiro dia de trabalho com tanto detalhe como ele. Era difícil prestar atenção muito tempo sem olhar: sua voz rouca e como coçava a barba enquanto estava pensando.

- Eita que me alonguei aqui e tá na hora de almoçar. Pode me dar um toque quando for assim, sou bem prolixo…

- Haha, que isso! O que você me ajudou nessa manhã… não tenho nem como agradecer.

- Deixa um bombom aqui em cima da mesa e estamos quites. 

Ele fez questão de me levar pra um restaurante ali por perto BBB: bom, bonito e barato. Me deu dica até de que dia ir ali pra pegar o suco de abacaxi (delicioso) de cortesia. Depois de pegarmos nossa bandeja e nos servimos, sentamos na área externa, onde batia um ventinho gostoso - mesmo com o calor do Rio de Janeiro. 

- Mas me conta: você tava na Agência Los né? Adoro a Carla, que foi gerente de tráfego lá. 

- Sim! Ela que me indicou essa vaga, haha. Eu já cuidava da conta de cosmético na Los e sonhava em trabalhar com a Mega. 

- Cara, que bom que conseguiu. Sem querer parecer esquisito: eu vi seu CV chegando na caixa de e-mail da equipe e torci pra que você entrasse. 

- Zero esquisito! Super entendo. Duplar tem que ter uma empatia grande né? 

- Claro. ‘Cê vai ver. Daqui algumas semanas já vamos estar conversando por telepatia...

Tomara que ele não escute meus pensamentos… Porque naquele exato instante, só conseguia sentir o perfume dele e olhar como ele devorava aquele brigadeiro na frente dele. Senti um friozinho na barriga e uma excitação espontânea - quanto tempo eu não sentia aquilo...

-… E aí foi isso. Acabei com ela e vim aqui pro Rio. 

Não acredito que perdi essa parte sonhando acordada! 

- Poxa, que chato…

- E você? 

- Eu?

- É, namora? Pro meu IBGE, hahaha. 

- Ah, sim. Eu e Tiago estamos juntos há 12 anos.

- Mas aí é um casamento, né? 

- Sim... Temos gatos juntos. 

- Amo gatos! Olha o Jorginho… 

Quando ele mostrou o Jorginho na tela, derreti. Poxa, além de tudo, ele curte gatos. Porque o universo faz isso com a gente? A cara dele sorrindo, enquanto o gatinho brincava com um controle remoto no vídeo do celular. Ele tinha covinhas quando sorria. 

- Podíamos ficar mais né, mas o dever chama. Vamos subir? 

- Bora. Precisando ir ao banheiro. 

Na subida do elevador, minha bolsa caiu no chão com todas as minhas coisas. Boa Tati. Fiquei de quatro catando tudo, mas ele prontamente desceu e juntou os itens, antes de eu piscar. Ele me deu a mão e eu fiquei uns bons 5 segundos olhando pro tamanho daquela mão antes de aceitar para levantar. O que estava acontecendo comigo? Só de olhar pra aquela mão gigantesca senti minha calcinha ficar úmida. 

- Acontece, relaxa. Primeiro dia, haha. 

- Ah, vou ao banheiro e já volto. 

- Claro! Te vejo lá dentro. Não perde o cafezinho… 

Entrei no banheiro e olhei pro espelho. Estava claramente corada e um leve suor saia da minha testa. Pensa nos gatos. Pensa no Tiago - emitia o mantra. Mas a verdade é que eu queria sentir alívio. Soltar todo aquele tesão louco que a tanto tempo não sentia em casa, mas justamente hoje, no meu primeiro dia, quando Felipe apareceu, ele ressurgiu. Quer saber? Foda-se. Vou me permitir. 

Fechei os olhos e pensei na mão do Felipe, que minutos antes me levantava do chão. Aquele braço todo tatuado, aquela barba cuidadosamente desalinhada… o cheiro de madeira e musk que saiam daquele homem.

Mas sobretudo, aquelas mãos. Imaginei que elas estavam me tocando enquanto abria minha calça e empurrava minha calcinha pro lado. Imaginei seus dedos grossos rodeando minha vulva, já encharcada, só que ainda não mexendo em nada. Pensei como ele respiraria no meu cangote e me elogiaria por estar tão molhada. 

Ele era o tipo de homem que esperava. Que saboreava, como aquele brigadeiro que ele comeu com vontade no almoço. Ele circularia com os dedos por toda minha vulva, nos lábios, em cima do clitóris, até finalmente começar mexer ali. Primeiro devagar, de um lado pro outro, até finalmente circular o meu clitóris. E finalmente, finalmente iria me chupar junto, enquanto enfiava os dedos primeiro devagarinho, até achar um ritmo gostoso e me fazer gozar gritando. Senti uma onda quente me invadindo, e mordendo os lábios, gozei forte em pé, encostada na parede. 

- Puta que pariu… 

Lavei meu rosto na pia e soltei uma risada furtiva. Credo, que delícia. Isso que é um bom primeiro dia. Sentei na minha mesa e o vi concentrado, completamente alheio ao que aconteceu. Um bombom na minha mesa com um post it “pra dupla começar quebrando tudo”. 

Ah, querido, você nem sabe...

...

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